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nossa capacidade cognitiva
depende de nossa saúde mental e corporal. Ela fica comprometida por três motivos
principais: envelhecimento normal, o desuso e a doença. Sobre o
envelhecimento normal temos pouco controle, é da natureza. Acontece
quando se consegue viver muito e de forma saudável. É possível ter uma
saúde mental durante a vida se mantivermos ativa nossa capacidade
cognitiva. Mesmo em alguns casos de
doenças mentais, o exercício cognitivo regular e contínuo permite
recuperação.
Mas o desuso é uma decisão pessoal consciente ou não. Da
falta ou pouco uso surgem rapidamente as doenças. Muitas vezes o
ambiente não é estimulante e a pessoa tem dificuldade para vencer essa
barreira sozinha. Por isso o permanente contato com pessoas é
fundamental, sejam elas de mesma idade, jovens ou crianças.
A educação tem importante papel
cognitivo. É preciso despertar para algum
interesse, atualizar-se, inovar-se, superar-se. Freqüentar cursos é uma
boa alternativa e há muitas ofertas. Mas participar de atividades
culturais e políticas também é excelente para se
manter intelectualmente
em forma além de expandir seus domínios sobre seus direitos e sobre
cidadania.
A educação enriquece o
cérebro. Aqui no sentido biológico. A educação é um processo que
contribui para as modificações no cérebro porque traz benefícios contra
o envelhecimento. Gera uma sensação de bem-estar na medida em que vamos
adquirindo confiança com o domínio e com a aplicação do aprendizado,
estimulando nossa autonomia.
Se você leu o que aqui está escrito, faça a sua escolha.
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