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nvelhecer
não significa abdicar do convívio social. Essa é uma questão para os que
estão aposentados ou para os que pretendem se aposentar, mas não só para
eles. A cada momento de nossa vida reorganizamos nossa vida social,
formamos novas amizades, assumimos novos papéis sociais quando temos
nossos amiguinhos de brinquedos, quando vamos para a escola, quando
formamos nosso grupo de jovens, quando casamos ou construímos outro espaço
fora da família, quando estamos no trabalho. Ora, o mesmo deve acontecer
quando nos tornamos adultos ou estamos envelhecendo ou estamos nos
aposentando. É outro momento de construção de novo ambiente social. Nada
de retiro. Nem de nossa parte e nem de quem quer que seja que queira nos
retirar do espaço social.
De outro lado, o convívio entre gerações é salutar e necessário. A troca
entre "ateadores de fogo" e "bombeiros" é que torna o ambiente em
permanente mudança. Ousadia e prudência é uma combinação transformadora.
Aliás, o idoso de hoje precisa construir o futuro do jovem de hoje. Para
isso precisa de seu apoio. Há conflitos sim, mas não exclusão. È um mundo
para todas as idades. Há espaço para todos e para todas as atividades.
Vale ampliar as relações sociais.
O estilo de vida ativa deve se impor ao sedentarismo que ameaça a
independência e a autonomia das pessoas de mais idade. Hoje vai se
constituindo uma gama enorme de alternativas para melhor integração social
no seu bairro, sua cidade, seu país, em outros países: Clubes da melhor
idade, Universidade da Terceira Idade, Leis sobre o Idoso, Movimentos
Sociais dos Idosos, Turismo, Esporte, Campeonatos, Encontros, Congresso
sobre todos os assuntos voltados para a população adulta e idosa e, claro,
nós,
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